Nikolas Ferreira rebate padre que criticou caminhada: “A Igreja é do povo, não de narrativas ideológicas”

JR Ferreira
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 O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) não deixou sem resposta as críticas de um padre que condenou a caminhada conservadora de seis dias que terminou em Brasília com cerca de 18 mil pessoas na Praça do Cruzeiro. Em vídeo e postagens nas redes sociais, Nikolas rebateu o religioso com firmeza e respeito, defendendo que manifestações pacíficas em prol de valores cristãos, liberdade e anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro não merecem condenação de quem deveria pastorear o rebanho, não dividir o povo.

“O senhor padre critica a caminhada, mas onde estava quando o povo orava, cantava louvor e pedia justiça? A Igreja não é lugar de ideologia política; é lugar de verdade, de fé e de defesa do que é certo. Nós caminhamos com Deus no coração, pela família, pela liberdade e pela nação. Se isso incomoda, o problema não está na caminhada, está na visão de quem olha”, declarou Nikolas, em tom sereno mas direto.

O deputado destacou que o ato foi marcado por oração coletiva – inclusive com ele de joelhos clamando pelo Brasil –, solidariedade às vítimas do raio que atingiu o grupo e união de famílias, evangélicos e católicos que compartilham os mesmos valores tradicionais. “Milhares de cristãos estavam lá, rezando o terço, erguendo a Bíblia, defendendo a vida desde a concepção, a família natural e a liberdade de culto. Isso é política ideológica ou é simplesmente viver a fé na praça pública?”, questionou.

Nikolas lembrou que a crítica do padre parece seletiva: “Quando há marchas pela ideologia de gênero, pela legalização do aborto ou por pautas progressistas, muitos religiosos aplaudem ou silenciam. Mas quando o povo sai às ruas pela anistia, pela liberdade de expressão e contra a censura judicial, vira ‘politização da fé’. Isso não é coerente com o Evangelho que prega unidade, justiça e verdade para todos”.

A resposta do deputado repercutiu fortemente entre o público conservador e cristão. Milhares de comentários elogiaram a postura: “Nikolas falou com verdade e respeito”, “Padres deveriam abençoar o povo que ora pelo Brasil, não criticar”, “A fé não tem lado político, mas a covardia ideológica sim”. Muitos católicos e evangélicos reforçaram que a caminhada foi um ato de fé cívica, não de partidarismo, e que líderes religiosos deveriam incentivar a participação cidadã em defesa do bem comum, não deslegitimá-la.

O episódio reforça a imagem de Nikolas como líder que não foge do debate, mesmo quando envolve instituições respeitadas como a Igreja. Ele não atacou o padre pessoalmente, mas questionou a incoerência do posicionamento: “Respeitamos todos os sacerdotes, mas não aceitamos que a fé seja usada para silenciar o povo que clama por justiça. A Igreja é do povo, para o povo e com o povo – e o povo estava na caminhada”.

Enquanto as vítimas do raio se recuperam e o debate sobre anistia avança no Congresso, Nikolas segue firme: a direita brasileira não vai se calar diante de críticas injustas. Caminhar, orar e defender valores eternos não é politização; é dever de cidadão e de cristão. E quem tenta transformar isso em polêmica só mostra desconexão com o Brasil real – aquele que reza junto, luta junto e não se curva diante de narrativas impostas.

Que Deus continue abençoando Nikolas e todos que, com fé e coragem, saem às ruas pelo bem maior da nação.


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