Em discurso firme e aplaudido pelos presentes, Eduardo destacou o contraste entre a política externa atual e os valores defendidos por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. “Enquanto o governo Lula flerta com regimes ditatoriais e ataca aliados históricos como Israel, o Brasil perde credibilidade e respeito. Lula escolhe o lado errado da história: apoia terroristas disfarçados de ‘causa palestina’, ignora o direito de Israel se defender e ainda compara ações de autodefesa com genocídio. Isso não representa o povo brasileiro”, afirmou o deputado.
Eduardo reforçou que a posição anti-Israel adotada por Lula – incluindo declarações polêmicas sobre Gaza e o Hamas – não só isola o Brasil diplomaticamente, como também afasta investimentos e parcerias estratégicas. “Israel é uma democracia que luta pela sobrevivência em meio a inimigos declarados. O Brasil de verdade, o Brasil conservador, reconhece isso e apoia quem defende a liberdade e a vida. Lula, infelizmente, prefere agradar ditadores e extremistas”, completou.
A fala ganha ainda mais peso por ocorrer em solo israelense, onde Eduardo foi recebido com entusiasmo por comunidades judaicas e líderes locais que valorizam a memória da amizade entre Brasil e Israel durante o governo Bolsonaro. O ex-presidente foi lembrado como um dos chefes de Estado mais pró-Israel da história recente do país, com ações concretas como a transferência da embaixada para Jerusalém (ainda em debate) e o fortalecimento de acordos comerciais e de defesa.
Para o público conservador brasileiro, o posicionamento de Eduardo em Israel reforça a mensagem de que a direita não se cala diante do que vê como alinhamento ideológico equivocado do atual governo. Enquanto Lula prioriza agendas progressistas globais e mantém proximidade com líderes como Maduro, Putin e o regime iraniano, Eduardo representa a voz de quem defende soberania, valores ocidentais e alianças estratégicas baseadas em princípios, não em conveniências ideológicas.
A crítica ao presidente Lula não foi isolada: Eduardo também lembrou que o povo brasileiro rejeita a politização da política externa e cobra um Brasil forte, respeitado e alinhado com nações democráticas. “O Brasil não pode ser capacho de ninguém. Nem de Washington, nem de Teerã, nem de Havana. Merecemos uma diplomacia altiva, como a que tínhamos antes”, disse, em clara referência ao período Bolsonaro.
O discurso repercutiu nas redes sociais conservadoras, com milhares de compartilhamentos e comentários de apoio. Muitos internautas destacaram: “Eduardo falando verdades que o Brasil precisa ouvir”, “Lula envergonha o país em Israel”, “Voltem os tempos de respeito internacional”. Enquanto isso, a esquerda tradicionalmente minimiza ou ataca o posicionamento, acusando-o de “extremismo” – o que só reforça, para os apoiadores, a polarização ideológica na política externa brasileira.
Em um momento em que o Brasil enfrenta desafios econômicos e busca reposicionar-se no mundo, vozes como a de Eduardo Bolsonaro lembram que soberania e valores não são negociáveis. Israel, mais uma vez, serve de palco para mostrar que o conservadorismo brasileiro está vivo, atento e disposto a defender o que acredita – mesmo longe de casa.
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